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Verbo da Vida
Taguatinga - DF

Conheça um pouco a história do Pr. Joselito Barbosa

downloadEu nasci na cidade maravilhosa, em Campina Grande. Fui criado no bairro 40, na rua Generino Maciel, número 62. Meu pai se chama Irineu e minha mãe Edísia. São meus heróis, meus referenciais, meus exemplos. Cresci ali, tive uma boa educação, infância e adolescência maravilhosas. Me sinto muito honrado e feliz quando falo do meu pai e da minha mãe, é uma alegria muito grande para mim. Meus pais nunca passaram a mão em coisas erradas. Sempre me deram bons princípios. Todos os princípios que eu tenho, recebi deles. Minha mãe batia em mim já prometendo dar outra surra e nós sempre dávamos motivo a ela para apanhar. Mas apenas na parte da adolescência, na infância até que não. Hoje tenho muita gratidão, todo mês honro eles com uma oferta, semeio na vida deles com muita alegria, com um coração muito grato, porque vejo o resultado, a colheita de tudo o que eles me ensinaram. Um dia sim, um dia não, ligo para minha mãe para ouví-la, para dar atenção a ela e emprestar meu ouvido. Tenho mais 3 irmãos;  Irinaldo, Sandra e José Luiz, sou o mais novo.

Sempre trabalhei na área de vendas. Eu trabalhava viajando, vendendo confecções, em uma loja de atacado em Campina Grande-PB, conhecida como Gaspar. Por indicação do meu sogro, comecei a gerenciar uma madeireira. Depois dessa madeireira, recebi outra proposta de uma outra para gerenciar também, mas lá, além de vender a madeira, também fabricavam armários, portas e janelas. Nos meus intervalos de almoço, eu pegava minha moto e entregava cartões para quem desejasse encomendar armários, portas, janelas e etc. Com isso, fiz muitas amizades por fora nas construções onde eu entregava cartões. Por conta dos cartões que eu entregava recebi uma encomenda de um trabalho para uma casa muito grande. Fui atrás de um marceneiro que trabalhava comigo na outra marcenaria, fizemos todas as medidas, mas o colega que havia encomendado o serviço havia pedido por conta do meu nome, então eu ficava bem perto do marceneiro e nas folgas que eu tinha, passava lá pela marcenaria.

De repente vi que o serviço começou a enrolar, então saí da madeireira e combinei com o marceneiro que queria ser ajudante dele. Comecei assim, como ajudante. Fui aprendendo vendo. Nessa época, a madeireira era na rua João Suassuna, em seguida nos mudamos para o centro de madeiras. Com mais alguns dias, apareceu outro serviço dos cartões que eu havia entregue. Com isso, entendi que eu realmente precisava aprender. O pessoal fechava lá 21 horas, a maioria do pessoal ia embora 18 horas e eu ficava errando e aprendendo – errando para aprender.  Foi assim que desenvolvi a profissão. Comecei dessa maneira. De lá para cá, cheguei aqui em Brasília ainda fazendo trabalho de marcenaria. Trabalhei aqui 7 anos fazendo trabalhos de marceneiro. Ainda hoje faço, quando precisa de algo vou para a marcenaria e faço. Eu gosto, é um hobbie.

Nós tínhamos uma vizinha cristã e, certo dia, levei Ana, minha esposa, para ir a igreja com ela, e Ana se converteu. Ana se envolveu com outras irmãs cristãs e outras pessoas que moravam perto da gente, e começou a congregar lá. Com isso elas conheceram o pessoal da Brasil para Cristo e essas irmãs começaram a fazer o Centro de Treinamento Bíblico Verbo da Vida; Ana se aproximou ainda mais delas porque elas estavam ajudando ela na vida de oração por mim.

Tinha dias que parecia que eu voltava com o cão no couro mesmo e parece que as irmãs percebiam pelo espírito que Ana estava precisando de ajuda. Então elas batiam na porta e diziam: “Ei, não desista, persevere, estamos juntas, você não está só”.  Isso foi uma ajuda muito grande.

Levou em média 4 anos. Essas irmãs já estavam na Brasil para Cristo, a irmã Lúcia e Maria, e o irmão Sebastião. Elas falaram com Ana que haveria o encontro da Brasil para Cristo ali no bairro da Prata e Ana veio falar comigo.

Tinha domingo em que eu chegava em casa, de repente, umas 3 horas da tarde adormecia e me acordava 5 horas, e Ana dizia: “Ei, vamos para a igreja hoje?”

download (1)Algumas vezes eu fui. Nessa época elas já sabiam todas as notícias do Verbo. Certa vez o pastor Bud havia ido para os Estados Unidos e ele estava chegando, elas avisaram a Ana. Nesse dia eu tinha chegado cedo e ela me falou: “Hoje nós vamos no Verbo porque o fundador de lá, que é o pastor Bud, viajou para os Estados Unidos e vai pregar hoje”, e ela falou: “Vamos”?

Lembro que eu fui. Foi a primeira vez que eu vi o pastor Bud; eu estava com uma carteira de cigarros no bolso…

Lembro que o pastor começou assim: “irmãos, a viagem foi boa, já estou dizendo para todo mundo, não precisa no final vir perguntar para mim não, porque já estou dizendo. Amém? Pronto”. Eu ri demais com aquele jeito do pastor Bud, lembro de pensar: “rapaz, ele é diferente”.

Então, no feriado de Carnaval, veio o encontro da Brasil para Cristo, Ana falou: “filho, você vai comigo?” E eu disse: “Vou, eu vou”. Durante a semana ela ficou me lembrando várias vezes. Da sexta para o sábado ia começar pela manhã, eu tomei uma cachaça muito grande e fui dormir muito tarde, quando faltava 30min. para 9h, Ana veio me acordar: “Você não disse que ia comigo?” e eu respondi: “A gente vai de tarde”, e ela disse: “então não quero ir mais” e eu disse: “O que é isso rapaz. Não, então eu vou. Vou tomar banho”.

Tomei banho e fui. Cheguei lá com carteira de cigarros no bolso e catinga de cachaça, quando cheguei no auditório da Prata, eu já tinha estudado lá por três anos e conhecia o lugar. Tinha uma atmosfera tão linda e aquela atmosfera me sustentou, me segurou. Porque eu disse a Ana: “A tarde eu virei de novo”, e depois: “A noite eu virei de novo”. E ela ficou quieta.

Depois desse dia eu nunca mais saí da igreja.

Eu fumava em média uma carteira e meia de cigarros por dia, deixei no dia que me converti, parei de fumar e beber, larguei tudo no mesmo dia.

Na quarta-feira, que era a quarta-feira de cinzas, a irmã Maria disse: “Eu vou pra o Verbo hoje Ana, porque também houve o acampamento deles e eu quero ir lá”. Então eu fui também. Anunciaram que iria haver um curso para casais nos domingos pela manhã, e eu disse: “Nós vamos”. Fomos no domingo e anunciaram que haveria um batismo nas águas a tarde e fizeram aquela propaganda de que não precisava ser ovelha de lá, só era necessário crer em Jesus e eu disse: “Ana, vamos ser batizados hoje?”, Ana disse: “Vamos”. Guto e pastor Bud me levaram às águas. Durante a semana fui para os cultos na terça e na quinta, e no domingo eu estava na Escola Dominical. Guto era pastor na época e fez um apelo para saber quem queria se envolver nos departamentos da igreja, estavam precisando no departamento infantil etc. Eu falei com Ana: “Rapaz, vamos começar a congregar aqui?”.

Tudo isso Ana depois foi me dizendo que ela ficava vibrando por dentro, pois via que eu estava sendo preparado como aquele peixe que estava sendo tratado. Ela já estava orando por tudo isso.

Decidimos congregar no Verbo e estamos até hoje.

Ana.

Ana é minha amiga, minha confidente. Minha namorada, minha amiga. Rapaz, quando a conheci ela tinha 15 anos e eu tinha 17; de lá para cá nosso casamento cada dia fica melhor. Ela é uma mulher sábia. Me respeita de uma maneira tal que ela me conquista, tudo o que ela quer, ela consegue comigo; o que é lícito no caso… Eu tenho uma admiração muito grande por Ana. Ela é um grande presente de Deus na minha vida. Me sinto honrado e privilegiado pela mulher que Deus me presenteou que é a minha linda mulher. Eu sempre a chamo de muito especial para mim. Ela é o meu amor.

MVV_3900Família pra mim é tudo. Meu pai era açougueiro e a vida dele era estar em feira, ali na feira central em Campina Grande. Eu tinha 5 anos de idade quando ele se converteu, ele era um viciado em jogo e, quando se converteu, estávamos no fundo do poço. Perdemos muitas coisas com as apostas dele em jogo de cartas. Foi quando ele recebeu um convite da irmã dele para ir a igreja, ele foi. Adormeci nos braços do meu pai e acordei com ele se ajoelhando no altar. Então o que chegou de solução para ele foi abrir uma barraca na porta da minha casa e, com isso, ele começou a vender coisas lá. Depois ele desmanchou uma sala da nossa casa e fez uma mercearia. Eu tinha 6 anos de idade e o nosso dia a dia era meu pai, minha mãe e meus irmãos, todos dentro de casa. Isso ficou marcado dentro de mim. Família , qualquer coisa era família; eu pai, minha mãe e meus irmãos. Só pode ter sido mesmo o cão que, antes de eu nascer de novo, eu fui viciado em cachaça, deixava a Ana muito sozinha, chegava nas madrugadas. Era algo mesmo de satanás. Quando eu nasci de novo eu voltei a estar bem perto dela, dos meus meninos, juntos. Sou muito caseiro. Essa vida de ministério deu certo para nós porque qualquer folga é a gente mesmo, juntos em casa. Qualquer coisinha é tudo em família mesmo.

Procuro ser um bom referencial para os meus filhos. Procuro ser cada dia um melhor marido para exaltar a Palavra de Deus dentro disso. Para mim família é algo precioso, maravilhoso. É um presente de Deus, e só depende de nós termos um bom lar, uma boa família.

Me dou muito bem com meus filhos. Kamylla é minha amiga, Jonathas é meu amigo. Tenho um genro que, antes de casar, eu fazia barreira com ele. Mas, no dia que ela casou, eu falei: “Pronto, ele agora é família, então a partir de agora vou ter ele como um filho e um amigo”.  Qualquer coisa eu sento com ele, peço a ele. Ele tem um coração maravilhoso, é um menino de Deus, um homem de Deus, um camarada que é um referencial.

Kamylla e Jonathas fazem parte da nossa história. A história deles se mistura com a nossa de quando chegamos em Brasília. Kamylla passou situações e privações e a resposta dela foi maravilhosa. Às vezes, somos muito ligados com a colheita aqui na Terra, mas eu sei que Kamylla vai ter uma boa coroa, um grande galardão lá no céu. No nosso início ela ficava tomando conta do Jonathas para a gente ir visitar alguma ovelha etc. Ela liberava o quarto dela para hospedarmos algumas pessoas. Deixou o quarto dela e foi dormir na varanda com o Jonathas na primeira vez que hospedamos alguém. Amo demais meus filhos. Hoje, temos visto que os dois têm se doado e a vida deles vai dar continuidade em servir ao Senhor, eu vejo o amor deles pela obra, por aquilo que Deus tem nos confiado e, com certeza, a cada dia, Deus vai só exaltá-los e promovê-los.

imagesEm 1999, Deus falou comigo que eu precisava pisar em Brasília e, em Fevereiro de 2000, quando eu cheguei aqui, cheguei na casa da minha cunhada, Ceiça e Alex. É um casal que tenho muita gratidão pela vida deles. Eles abriram as portas deles para receber minha família e com o coração alegre. Em Janeiro de 2000 entrei lá, passei 5 dias no apartamento deles e fiquei orando para saber o que eu estava fazendo ali. Foi quando Deus falou comigo: “Você não precisa me convencer de mais nada, mas eu quero que você venha morar aqui”. Fiquei aliviado e disse: “Pronto, agora vou sair do quarto”. Quando eu comprei a passagem para Brasília, comprei também a de volta para Campina Grande de ônibus, então, eu tinha que esperar o dia da volta. Comecei a ouvir algumas direções de Deus: “Vá para tal lugar”, eu perguntava para minha cunhada e para o Alex: “onde fica esse lugar?”. Ela me dizia e eu pegava um ônibus e ia. Quando eu chegava no lugar, ouvia uma nota no meu interior: “Eu estou lhe dando este lugar, estou lhe dando este lugar”.

Há pouco tempo fez 17 anos que chegamos em Brasília. Em Fevereiro de 2000, Ana veio antes de avião com o Jonathas e chegou no dia 5; eu e kamylla viemos em um ônibus baú da Planalto, chegamos no dia 7. Quando chegamos aqui, rapaz, a nota por dentro era alegria, paz e a convicção de que estávamos no lugar certo, na hora certa, fazendo a coisa certa. O primeiro ano foi um ano de mistério, nós olhávamos para um lado e para o outro. Eu era um marceneiro; Ana havia feito um curso para dar aula para crianças e adultos com deficiência auditiva e, quando ela recebeu uma oferta de emprego, Deus falou comigo e eu falei com ela: “Eu estava orando ontem aqui e Deus falou comigo que você não veio aqui para trabalhar no secular não”. Um dia nós estávamos passando por dificuldades e ela foi perguntar a Deus como poderia fazer para me ajudar e o Senhor disse para ela: “Eu te dei duas mãos, levante elas para cima comece a me exaltar e me adorar aqui e você vai ver as coisas acontecendo”.

Estávamos congregando em uma igreja, o pastor Bud havia nos aconselhado para congregar. Um ano depois, estávamos por aqui e uma ex ovelha do pastor Marcos, na época pastor de Campo Grande, ligou para ele e disse para ele que tinha sido transferida e que estava sofrendo muito aqui em Brasília, isolada etc. O pastor João Roberto estava dando aula lá em Campo Grande e o pastor Marcos desligou o telefone e falou com o pastor João e ele disse: “rapaz, tem um casal de Campina Grande que já estão com uma célula lá em Brasília”. Na verdade, não estava acontecendo nada. Acho que ele falou pelo Espírito mesmo. Pastor Marcos retornou para a irmã e ela ligou para Ana. Quando eu cheguei da marcenaria, Ana veio me falar a respeito dessa irmã. Com isso, o que estava oculto começou a ser revelado… O propósito de Deus com a gente a respeito de Brasília. As portas começaram a se abrir, tivemos o primeiro encontro com ela e com o marido dela.  Eles foram na nossa casa, eu contei nossa história para ela e sempre fomos muito intensos em oração e eu disse: “pai, o que é que está acontecendo, o que é que está acontecendo?” Em uma madrugada eu estava orando, 1h30m da manhã, e chegou a instrução. De repente eu tive uma visão. Eu nunca tinha tido uma visão na minha vida.

Eu estava na nossa sala, com as mãos levantadas e os olhos abertos, e eu vi irmão Kenneth E. Hagin e pastor Bud entrando. Isso foi algo rápido.  Então, ouvi uma voz no meu espírito: “abra uma igreja Verbo da Vida aqui em Brasília”. No mesmo dia eu abri.

Com isso, Brasília foi se tornando o que é hoje para a gente. Eu vejo que é um lugar que Deus nos chamou, nunca imaginei sair de Campina Grande, mas, depois que me converti, vi pastor Bud e mama Jan como missionários, eles me ensinaram rapidinho a eu sempre dizer que não tinha raízes em Campina Grande. Eu e Ana sempre dizíamos ao Senhor: “Pai, nós não temos raízes aqui. Para onde você nos mandar ir, iremos. O que você nos mandar fazer, faremos”. Quando nos vimos aqui em Brasília, sabíamos que era por causa das nossas orações de consagração.

download (2)De lá pra cá, Deus foi nos acrescentando tanta gente maravilhosa. Tanta gente boa, tanta gente especial para a gente. Estamos vendo os resultados do que Deus tem feito aqui. Uma equipe tão maravilhosa. Na verdade é uma família. Eu tenho um respeito, uma gratidão e admiração tão grande pela vida desse povo. Uma alegria, busco mesmo, em Deus, valorizar cada dom, cada habilidade que Deus colocou sobre cada um.

Depois que cheguei aqui, tenho visto meu crescimento e o crescimento de Ana, Kamylla e Jonathas…

Também tenho visto o crescimento de pessoas que chegaram perto de mim há 10/12 anos… E isso é uma alegria muito grande, ser participante disto. Brasília para mim é um presente de Deus, é o lugar onde Deus nos confiou para estar; o desejo do nosso coração só é fazer a vontade de Deus.

Duas pessoas que vi que Deus enviou mesmo para marcar minha vida foi pastor Bud e Jan. Deus conhece o meu coração, mas não tenho medo de dizer que eles, para mim, são meus ídolos. Fazem 24 anos que nasci de novo e tenho a prática de ouvir sempre as pregações do pastor Bud e da mama Jan, nunca ouvi nenhum deles falando de um sonho deles. A vida deles sempre foi mesmo dedicada ao Senhor. Eles dois são, para mim, meus referenciais, meus ídolos, meus exemplos. Hoje sou um admirador de Guto, Suellen, pastor João, Sylvia, Maneco e toda a liderança do Ministério… Pastor Bud treinou essa galera e eu me tornei um admirador de todos eles; a vida deles me inspira mesmo. Eu estava lá quando vi Guto renunciando tudo e dizendo sim para Deus. Da mesma forma Sylvia, Suellen. Vi Thiago Borba, Thiago Garcia e Perilo Borba crescendo e eles me inspiram.

Sei que também tem a galera do Rhema nos Estados Unidos, eu os admiro e sempre leio os livros deles. Isso foi um conselho do pastor Bud e eu sigo.

No meu tempo livre gosto de sentar na minha sala, com minha esposa e meus meninos e ficar lá na comunhão, rindo, comendo, assistindo um filme. Antigamente gostávamos de ir ao cinema, mas, hoje em dia, está tudo mais rápido, o filme sai do cinema e já está lá para assistir. Na época de férias, eu gosto de ficar na beira da praia, sentar e ler muito, tomar uma água de coco ou andar na beira da praia com minha esposa que é algo que ela gosta, gosto de estar ao lado dela fazendo o que ela gosta. Qualquer lugar que eu vou, procuro logo a área de ferramentas, meus filho riem de mim, mas qualquer tipo de ferramenta que eu não tenha ainda eu gosto de comprar.

DSC00896-1024x576O que me move é cada dia estar no lugar certo, na hora certa e fazendo a coisa certa. Estar tão envolvido com a pessoa do Espírito Santo que, a cada dia ele me mostre a agenda diária do que Ele quer que eu faça naquele dia. Quero que Ele sempre escute que Ele é a pessoa mais especial e importante da minha vida e a razão de tudo. Quero estar sempre no centro da vontade do Papai.

Eu sou gente boa. Sou autêntico, misericordioso. Gosto demais de ajudar as pessoas. Sou semeador, amigo, não gosto de hipocrisias, não gosto de mentiras. Sou firme e convicto, principalmente com aquilo que Deus me confiou. Não misturo as coisas. Sou brincalhão, gosto de rir, brincar, ouvir piadas boas. Gosto de estar no meu ambiente de trabalho com a família que Deus me confiou. Onde eu chego, eu percebo: “Joselito chegou”. Pois eu gosto de chegar brincando. Sou uma pessoa muito boa de lidar. Sou amoroso, fiel. Passaram-se anos e eu continuo na mesma fidelidade. Hoje vejo o pastor Bud em Guto, Jan está aí e eu sou fiel a esta visão.

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