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Filipe e Juliana Real

A paternidade de Deus e o relacionamento Pais e Filhos
A Paternidade de Deus é um direito que o próprio Deus estabeleceu entre seus filhos. João 1:12-13, mos mostra que esse poder de ser feito Filho de Deus, está disponível para todos quantos escolhem por ele. E como filhos, nos tornamos herdeiros de uma herança poderosa conquistada na cruz por Jesus, a qual precisamos amadurecer na fé e aprender a desfrutar dessa nova realidade. Em João 3:18 a palavra nos ensina amar de fato e de verdade. Para que tudo vá bem, e para desfrutar dessa realidade de filhos de Deus na nossa família, na criação dos nossos filhos é importante lembrar, que a lei que rege o relacionamento de pais e filhos, é a mesma lei que rege o relacionamento cristão, a Lei do Amor. Ensino, disciplina, amor, boas maneiras e equilíbrio, são meios essenciais para obter sucesso na formação dos filhos. Lembrando sempre que, o maior exemplo para eles, é a prática daquilo que ensina. Através desses meios bem executados e alinhados à Palavra, obteremos honra e submissão dos filhos, papéis essenciais na vida e formação deles.
Os quatro amores dentro do casamento
Quando estudamos mais a fundo o significado da palavra amor na bíblia, encontramos quatro tipos de amor: Phileo: proporciona amizade e companheirismo. Storge: afeição e desejo de pertencer-se. Eros: busca uma ligação através de corpos e está ligado diretamente ao sexo. Todos esses três amores são naturais e essenciais, porém se não forem bem cultivados ou podados podem morrer ou crescer fora de controle. O principal Amor e mais fundamental é o Ágape, o amor do tipo de Deus, que não visa seus próprios interesses, amor que não morre e jamais acaba.
Relacionamentos
Em Gênesis 02:18, através da criação da mulher, Deus nos mostra que existem necessidades humanas que só um outro ser humano pode suprir. Deus nos criou para relacionamentos e não para vivermos sozinhos! Precisamos uns dos outros, porém é necessário que saibamos escolher com quem nos relacionamos, pois disso também depende nosso destino, afinal não existem relacionamentos neutros. Nós somos seres altamente influenciáveis, a questão é, que está em nossas mãos decidir sob qual influência estaremos expostos