Enquanto estamos aqui, precisamos estar disponíveis para receber do Senhor. Deus tem algo para compartilhar com nossos corações neste tempo, e só seremos capazes de provar plenamente de seu favor se formos capazes de permanecer constantemente reconhecendo sua fidelidade.
Nós não devemos buscar o Senhor pelos seus benefícios, mas por quem Ele é. Precisamos render nosso coração em direção a Ele por amor puro e genuíno, não buscando qualquer benefício pessoal. Ainda que Ele seja galardoador e recompensador, estes não podem ser os motivos da nossa devoção a Ele.
Eu me recordo de uma história, onde um homem tropeça nos trilhos de um trem e seu pé fica preso. Como o trem está se aproximando, ele clama ao Senhor por auxílio, dizendo que dedicaria sua vida a Ele com mais intensidade se ele fosse livrado daquela situação. Logo em seguida, seu pé solta-se dos trilhos e ele é livrado daquela situação. Diante disso ele fala novamente ao Senhor, dizendo: “Deus, não precisa mais, já consegui soltar o meu pé sozinho”.
Essa história ilustra o comportamento que não podemos ter. Quantas vezes no nosso dia-a-dia estamos desatentos ao agir e mover de Deus? E por esse andar desatento, não estamos reconhecendo, valorizando e rendendo graças ao Pai por seus feitos. Eu creio que estamos iniciando uma nova etapa, e sabemos que até aqui o Senhor nos ajudou, mas é necessário mantermos nosso coração cheio de gratidão para este novo tempo.
Essa história ilustra o comportamento que não podemos ter. Quantas vezes no nosso dia a dia estamos desatentos ao agir e mover de Deus? E por esse andar desatento, não estamos reconhecendo, valorizando e rendendo graças ao Pai por seus feitos. Neste contexto, creio que estamos iniciando uma nova etapa, e sabemos que até aqui o Senhor nos ajudou, mas é necessário mantermos nosso coração cheio de gratidão para este novo tempo.
Que suba em nosso coração de forma constante uma gratidão a Deus por tudo o que já fomos capazes de construir até aqui da visão que Ele nos confiou. A gratidão é uma forma de reconhecer que não é na nossa força, mas no fluxo do favor do Senhor, porque a infidelidade de alguns não anula a fidelidade de Deus. Ele é poderoso para fazer cumprir a sua Palavra, e é pela fé nele que as coisas são feitas.
Em Lucas 17 há o relato de 10 leprosos que pediram para Cristo ter piedade deles. Jesus dá um comando, para que eles vão mostrar-se aos sacerdotes, e no caminho eles foram purificados. Um destes, ao perceber que estava curado, voltou glorificando Deus e prostrou-se a Jesus para agradecer. Que sejamos como esse que, além de reconhecer a mão do Senhor operando em seu favor, retornou para agradecer “louvando a Deus em alta voz”.
Nós precisamos encharcar a nossa boca e coração de gratidão ao Senhor. Minha mãe sempre dizia: “a ingratidão apaga a feição”. Um coração ingrato apaga a alegria e os sentimentos das nossas vidas. Já a gratidão nos coloca em movimento e promove transformação na nossa realidade e nas pessoas ao nosso redor. Ainda que tenhamos motivos para andar carrancudo e chateado com as situações do mundo, precisamos lembrar que ter um coração grato ao Senhor é uma decisão de fé.
Quando nos posicionamos desta forma, somos envolvidos por uma atmosfera sobrenatural. Buscando o Senhor por quem Ele é, podemos estar certos de que as coisas necessárias irão nos alcançar. A gratidão é uma expressão de fé, assim como a murmuração é uma expressão de incredulidade.
Quando a Palavra nos ensina a dar graças em todas as situações, não é para agradecer ao Senhor por aquilo que não provém dele. Não vamos render graças a Deus por uma situação de enfermidade ou de falta, mas, ainda que estejamos em uma situação assim, iremos render graças, em fé, certos de que é nele que temos o poder necessário para resolver essas situações. Não estamos agradecendo pela situação, mas por Aquele que está conosco naquela situação, interessado que a cura ou a provisão alcance as nossas vidas. Nós rendemos graças como uma expressão da fé que temos nele.
Em todo tempo precisamos reconhecer que a direção dele é melhor que a nossa. Nunca teremos sucesso na força do nosso braço, mas na força que há no fluir da graça. Nós temos percebido um verdadeiro fluxo para coisas destravadas neste tempo, intervenções sobrenaturais por causa da nossa convicção e fé no Senhor. Para vivermos esse tempo, precisamos deixar que a palavra siga sendo a prioridade de nossas vidas. Se Deus disse, acontecerá, e seguiremos rendendo graças em todas as situações, em fé.

Ana Fábia Meira
Vice-presidente da Igreja Verbo da Vida Distrito

