A ministra Suênia Emery inicia a mensagem expressando seu profundo amor pelas nações e o desejo de se conectar e fazer parte de diferentes culturas. Para introduzir o tema central da pregação, Suênia realiza uma dinâmica prática envolvendo dois grupos e um participante com os olhos vendados. O objetivo da atividade era demonstrar visualmente como as vozes externas agem sobre nós e afetam nossa caminhada.
Durante a dinâmica, o “Grupo A” tentava desviar o participante do foco gritando instruções erradas de forma barulhenta, enquanto o “Grupo B” sussurrava orientações corretas e fiéis para ajudá-lo a alcançar o alvo. O participante explicou que precisou testar as direções e discernir que as vozes mais altas tentavam apenas enganá-lo, optando por seguir as vozes mais moderadas e firmes. A pregadora utiliza esse exemplo para definir influência como a capacidade de gerar mudanças nos pensamentos, comportamentos, decisões e sentimentos de alguém, ressaltando que as distrações e influências negativas sempre tendem a gritar mais alto para nos tirar da rota.
A pregação destaca que estamos cercados por influências diariamente através da família, da escola, dos amigos e, intensamente na atualidade, por meio das redes sociais, as quais exercem grande impacto sobre opiniões e comportamentos tanto de jovens quanto de adultos. No contexto de um seminário de missões, a ministra ressalta que todos fazem parte de um ministério missionário, embora nem todos sejam chamados para ir ao campo transcultural. Ela encoraja a igreja a não ter medo de missões e a atuar como influenciadores positivos que oram, intercedem e guiam outros a acertarem o alvo de Deus.
Para ilustrar a força da influência em sua própria trajetória, Suênia relembra o longo período em que serviu na agência e na escola de missões, e como isso impactou naturalmente o coração de seus filhos desde pequenos. Ela compartilha um momento marcante de crise pessoal no passado, em que pediu a Deus para tirar o peso de missões de sua vida por não compreender a estação em que estava. Em resposta, o Senhor falou firmemente ao seu coração usando o exemplo de sua filha no berço, mostrando-lhe que a essência missionária já fazia parte de quem ela era e que não poderia ser removida, ensinando-a a se submeter aos diferentes tempos de Deus.
Por fim, Suênia Emery contrasta exemplos bíblicos de influência: Abraão, que influenciou gerações através da fé e da obediência, e Saul, que exerceu uma influência negativa pautada no orgulho e na desobediência. Ela conclui exortando a igreja a assumir a responsabilidade de ser “sal da terra e luz do mundo”, escolhendo filtrar o que ouve e focando na voz mansa do Espírito Santo. Dessa forma, cada cristão se torna capacitado para recalcular sua rota no espírito, perseverar e estender uma influência positiva que gera crescimento pessoal e ministerial na vida das pessoas ao seu redor.








