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Direitos e deveres do casamento

Direitos e deveres do casamento

  • Postado em maio 7, 2026
  • Sem Comentários
Direitos e deveres do casamento
Guilherme e Aluska Diniz
Integrantes da equipe ministerial da Verbo da Vida Sede

O casamento traz consigo direitos e deveres.

“O marido conceda à esposa o que lhe é devido, e também, semelhantemente, a esposa, ao seu marido” (I Coríntios 7.3).

A maioria dos casais foca na dívida do outro em vez de focar na sua própria dívida. Nosso foco principal jamais deveria estar naquilo que cobramos dos nossos cônjuges, mas sim no que devemos fazer por eles.

O problema de muitos está na forma como entram no matrimônio: à procura de um nível de realização que desejam mais para si mesmos do que para seus companheiros de aliança. Nada é mais destrutivo para um relacionamento do que aquilo que se pode chamar de “mentalidade parasita”.

“A sanguessuga tem duas filhas, a saber: Dá, Dá. Há três coisas que nunca se fartam, sim, quatro que não dizem: Basta! Elas são a sepultura, a madre estéril, a terra, que se não farta de água, e o fogo, que nunca diz: Basta!” (Provérbios 30.15-16).

“Quando um homem for recém-casado, não sairá à guerra, nem se lhe imporá encargo algum; por um ano ficará livre em sua casa e promoverá a felicidade da mulher que tomou” (Deuteronômio 24.5).

“Assim também os maridos devem amar a sua mulher como ao próprio corpo. Quem ama a sua mulher a si mesmo se ama” (Efésios 5.28).

Uma só carne

O padrão divino de amor, o amor ágape, demonstra a importância de sabermos renunciar, muitas vezes, ao nosso próprio querer, às nossas vontades, aos nossos pensamentos e aos nossos desejos em prol de um bem comum. Isso diz respeito à natureza da união conjugal e, por isso, Deus determinou que se deve deixar os pais antes de se unir ao cônjuge, tornando-se ambos uma só carne.

“Não se conduz inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se exaspera, não se ressente do mal” (I Coríntios 13.5).

Tenho-vos mostrado em tudo que, trabalhando assim, é necessário socorrer os necessitados e recordar as palavras do próprio Senhor Jesus: Mais bem-aventurado é dar que receber” (Atos 20.35).

Por isso, deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne” (Gênesis 2.24).

O “deixar” se dá em três áreas: física, financeira e emocional. Uma das decisões mais importantes para que o casamento seja abençoado é o reconhecimento público (no âmbito jurídico e na celebração religiosa) da proclamação do casamento. Os dois, agora sendo uma só carne, são um só com Deus. O casamento é uma aliança entre um homem e uma mulher, e o relacionamento sexual deve acontecer dentro do casamento.

O que é ser uma pessoa altruísta? Uma pessoa altruísta se preocupa com o bem-estar do outro, agindo com empatia e compaixão, por meio de práticas benevolentes e sem esperar recompensa, reconhecimento ou retribuição. Colocar o outro em primeiro lugar é o oposto do egoísmo: é focar no amor e na solidariedade.

Atribuições do homem no casamento

Ser o cabeça do lar, governando com autoridade servidora (e não com autoritarismo tirânico), amor e exemplo, o que envolve oração, ensino da Palavra e proteção do ambiente familiar.

“Porque o marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da igreja, sendo este mesmo o salvador do corpo” (Efésios 5.23).

“Quero, entretanto, que saibais ser Cristo o cabeça de todo homem, e o homem, o cabeça da mulher, e Deus, o cabeça de Cristo” (I Coríntios 11.3).

“Mas Jesus, chamando-os para junto de si, disse-lhes: Sabeis que os que são considerados governadores dos povos têm domínio sobre eles, e os seus maiorais exercem autoridade sobre eles. Mas entre vós não é assim; pelo contrário, quem quiser tornar-se grande entre vós será esse o que vos sirva; e quem quiser ser o primeiro entre vós será servo de todos. Pois o próprio Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate de muitos” (Marcos 10.42-45).

Amar sua esposa como Cristo amou a Igreja, com propósito e decisão, doando-se a si mesmo ainda que seja necessário abrir mão de si em favor dela, tratando-a como “vaso mais frágil”, com cuidado e delicadeza.

“Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela” (Efésios 5.25).

“Maridos, vós, igualmente, vivei a vida comum do lar com discernimento e, tendo consideração para com a vossa mulher como parte mais frágil, tratai-a com dignidade, porque sois juntamente herdeiros da mesma graça da vida, para que não se interrompam as vossas orações” (I Pedro 3.7).

Agindo como provedor do lar

Ser o provedor, cortando o cordão umbilical financeiro com os pais e trazendo dignidade e sustento ao lar.

“Tomou, pois, o Senhor Deus ao homem e o colocou no jardim do Éden para o cultivar e o guardar” (Gênesis 2.15).

“Ora, se alguém não tem cuidado dos seus e, especialmente, dos da sua própria casa, tem negado a fé e é pior do que o infiel” (I Timóteo 5.8).

Ser o protetor física, espiritual (cobrindo a família com oração e ensino da Palavra) e emocionalmente. Ser amante de sua esposa, provendo carinho, apreço, dedicação, cuidado e valorização, expressando fisicamente a intimidade e a sexualidade (I Coríntios 7.3-4).

Atribuições da mulher no casamento

Ser ajudadora, com honra, encorajando e auxiliando na tomada de decisões com sabedoria e bons conselhos.

“Disse mais o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma auxiliadora que lhe seja idônea” (Gênesis 2.18).

“A mulher sábia edifica a sua casa, mas a insensata, com as próprias mãos, a derruba” (Provérbios 14.1).

Ser submissa, cooperando voluntariamente e respeitando a autoridade do marido, sem manipulá-lo ou controlá-lo.

“As mulheres sejam submissas ao seu próprio marido, como ao Senhor; porque o marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da igreja, sendo este mesmo o salvador do corpo. Mas, assim como a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo submissas ao seu marido” (Efésios 5.22-24).

“Esposas, sede submissas ao próprio marido, como convém no Senhor” (Colossenses 3.18).

“Não pode haver judeu nem grego; nisto não há servo nem livre; não há macho nem fêmea; porque todos vós sois um em Cristo Jesus” (Gálatas 3.28).

Ser administradora do lar, cuidando do bom andamento da casa e tendo a responsabilidade da gestão sábia do lar (Provérbios 31).

“Semelhantemente, as mulheres idosas sejam piedosas no seu comportamento, não caluniadoras, não escravizadas a muito vinho, mestras do bem, para que ensinem as jovens a amar seu marido, a amar seus filhos, a serem sensatas, honestas, boas donas de casa, bondosas, sujeitas ao próprio marido, para que a palavra de Deus não seja difamada” (Tito 2.3-5).

Ser amante de seu marido, não usando o sexo como “moeda de troca” ou recompensa, mas pensando sempre, com atenção, na necessidade do seu cônjuge.

Saia do piloto automático

“O marido conceda à esposa o que lhe é devido, e também, semelhantemente, a esposa, ao marido. A esposa não tem poder sobre o seu próprio corpo, e sim o marido; e também, semelhantemente, o marido não tem poder sobre o seu próprio corpo, e sim a esposa. Não vos destituais um ao outro, a não ser por mútuo consentimento, por algum tempo, para vos dedicardes à oração; e, novamente, vos ajunteis, para que Satanás não vos tente por causa da vossa incontinência” (I Coríntios 7.3-5).

“O que está farto pisa o favo de mel, mas à alma faminta todo amargo é doce” (Provérbios 27.7).

O casamento não funciona no “piloto automático”. Ele funciona quando aplicamos o “Manual do Fabricante”, que é a Palavra de Deus. Dessa forma, o casamento experimentará a plenitude de Deus. O marido deve ser o cabeça amoroso, provedor e protetor; a esposa deve ser a ajudadora sábia, submissa e administradora do lar.

Devemos perguntar ao Senhor como podemos melhorar para cumprir nossa dívida de amor com nossos cônjuges, pois o segredo não está em tentar mudar o outro, mas sim em nos tornarmos a melhor versão de nós mesmos para desempenharmos nossos papéis em nossas famílias.


*Trechos da mensagem do dia 06 de maio de 2026, no Culto da Família.

  • Aluska Diniz, Culto da Família, Guilherme Diniz

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