
Graduada na Escola de Ministros RHEMA
Sempre me vem ao coração a analogia da metamorfose das borboletas, que duas vezes, durante sua breve vida, eclode em estações diferentes. Primeiro, na fase de ovo, em que ela vira uma pequena lagarta, e depois no casulo, em que ela deixa de ser lagarta e eclode como uma linda borboleta. Quando lembramos das borboletas, geralmente lembramos também da primavera. Trazemos à memória imagens de belos e perfumados jardins floridos!
“Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu” (Eclesiastes 3.1).
Este curto versículo nos traz muitas reflexões sobre tempo, propósito e processos. Ele deixa bem claro que, assim como conhecemos pela Palavra, o grande Arquiteto do universo sabiamente planejou e determinou o tempo e as estações.
Nós nascemos com um lindo propósito, entretanto, é nossa responsabilidade buscar em Deus o tempo e o modo de agirmos em cada estação. Entendemos que dias bons e maus, chuvosos e cinzentos, vem para os justos e injustos. A chegada da primavera marca o fim do inverno. Há um tempo determinado para cada fase que vivemos, a diferença está na forma que nos desenvolvemos. Em todas as fases sabemos quem está conosco, mas como eclodiremos na próxima estação?
A vontade do nosso Pai, é que, ao eclodir, as nossas asas coloridas reflitam, no jardim da vida, a brilhante luz do Sol da Justiça e que exalemos o bom perfume de Cristo. A estação das flores chegou e devemos voar alto desfrutando da Sua bondade e fidelidade independente do tempo ou da estação.
Conheça o perfil da autora: Gil Costa

