
Em celebração à vida e legado de Sylvia Lima, foram realizados dois cultos memoriais na Igreja Verbo da Vida Sede, em Campina Grande (PB). Pessoas vieram de diversas partes para prestar homenagens e condolências à família.

“Não queremos, porém, irmãos, que sejais ignorantes com respeito aos que dormem, para não vos entristecerdes como os demais, que não têm esperança. Pois, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também Deus, mediante Jesus, trará, em sua companhia, os que dormem. Ora, ainda vos declaramos, por palavra do Senhor, isto: nós, os vivos, os que ficarmos até à vinda do Senhor, de modo algum precederemos os que dormem. Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor. Consolai-vos, pois, uns aos outros com estas palavras” (I Tessalonicenses 4.13-18).
PRIMEIRO CULTO
Bondade, confiança e a fidelidade de Deus regeram a celebração. Além disso, a certeza de que em breve ocorrerá o reencontro com aqueles que partiram é a esperança dos filhos de Deus.
Primeiramente, Pr. Thiago Borba mostrou um pouco sobre o memorial Sylvia Lima e incentivou aos irmãos deixarem uma mensagem.
Homenagens à Sylvia Lima – Parte 1
“O legado deixado por ela é indiscutível”, falou Raphael Frota. Ele destacou sobre Sylvia ser uma referência de fé, sua presença marcante e que tinha um coração genuíno e generoso.

“A força do Evangelho era tão grande na vida dela. Ela abriu mão do que era confortável. Líderes espirituais carregam mesmo um peso maior, isso é bíblico. Ela realmente levava o peso de muitos outros. Ela intercedia por muitos. Uma vida brilhante que nos dá exemplo de como viver a vida também”, contou Raphael.
Fernando e Miriam Leal também prestaram homenagem. “Não é o fim. Estamos dando um até breve e a encontraremos nos ares”, afirmou Fernando. Segundo Miriam, uma das coisas que aprendeu com Sylvia foi a ser forte, como sobrenome dela: Rocha.
“Quantas vezes na Escola de Ministros, diante das circunstâncias, ela me dizia: ‘olhe para mim e diga: ‘não é nada’. Ela era incansável, destemida e forte”, afirmou ela.

Em seguida, Mama Jan afirmou que Sylvia era uma amiga que tinha uma fé forte em Deus.
“Ela era muito especial para o nosso Ministério. Conheceram Bud em 1988. Vamos pensar em como ela está e não como nós estamos. Ela foi muito guerreira. Estamos felizes por ter feito parte da vida dela”, disse.
Logo após, Héllen Cachone falou que Sylvia era uma mulher cheia de amor.

“Trabalho sempre foi sua linguagem de amor. Ela amava o Ministério, as Escolas e a Conferência de Mulheres. Além de ajudar as pessoas e ser a resposta para o que elas precisassem. Sylvia só queria ver as pessoas fortes, com caráter e integridade na Palavra e servindo ao Senhor.
De acordo com Héllen, hoje, Sylvia deixa muita saudade. “Sou grata a Deus por ter tido a honra de trabalhar pertinho dela”.
Homenagens à Sylvia Lima – Parte 2
Assim também, Elaine Alves destacou o coração de Sylvia em ajudar as pessoas. Agradeceu a oportunidade de ter estado junto a ela.
“Eu sou grata por ter servido a uma mulher que não media esforços para servir a outros. Em gestos tão simples, ela demonstrava muito amor”, afirmou.

Como Thiago e Rachel Garcia afirmaram que ela era uma grande guardiã e sempre fazia as pessoas se sentirem melhor.
Para Thiago: “Ela estava sempre pensando em algo como suprir e demonstrar seu carinho e afeto. Era guardiã e defendia a fé e visão. Isso nos deixa ensinamentos e muita responsabilidade. Ela era muito generosa, sempre pensando em como ser alívio par alguém”.
Já para Rachel: “Como é fácil falar de Sylvia, ela nos fazia rir. O amor era sua marca e inspirou as nossas vidas”.
Homenagens à Sylvia Lima – Parte 3
Por vídeo, os missionários Reuel e Camila Cruz contaram histórias que viveram com Sylvia.

“Sempre foi uma referência de força, amor e muita compaixão pelas pessoas. Sylvia sempre demonstrou cuidado e carinho por mim. Ela se importava nos mínimos detalhes”, relatou Camila.
Já para Reuel: “Houve uma dedicação tão intensa para alcançar as nossa vidas. Eu quero agradecer à família dela porque o legado deixado vai ser para muitas gerações”.

Bem como Juliana Borba que enfatizou a vida intensa que expressam os valores e a visão do Verbo da Vida.

“Uma das coisas que ela me ensinou é ser amável como Jesus e firme como a rocha. Quando penso nela penso em âncora. Eu a conheci em 2009 como minha diretora. Ela tinha convicção da bondade de Deus e de quem era o Pai dela. Dessa forma, eu fico grata por ter conhecido e caminhar com ela”.
Homenagens à Sylvia Lima – Parte 4
Logo depois, Klycia e Renato Gaudard falaram suas experiências. Primeiramente, Klycia destacou que aprendeu bastante sobre maternidade com Sylvia. Já Renato falou que tudo o que Sylvia plantou em cada um deve alcançar outras pessoas.
Posteriormente, Pr. Amauri e Marizete Garcia destacaram o que mais marcou para eles. “Eu liderei Gilson e Sylvia durante um tempo. Lealdade e fidelidade foram a marca dela”, disse o pastor.

Para Marizete: “Ninguém morre no coração de quem ama. Ela vai ser sempre lembrada por mim e minha família como alguém muito especial. Nós éramos como mãe uma da outra. Sempre tivemos muitos projetos juntas. Éramos cúmplices e parceiras. Mesmo distante, ela sempre estava inserida na minha vida. Sempre me incentivou a ficar firme e forte como uma leoa”.
Em conclusão, Manoel Dias ilustrou a história de Febe comparando com a de Sylvia e orou encerrando o primeiro memorial.
“Foram muitos anos de entrega. Ela foi uma doadora de si mesma, ela se entregava de todo coração. Eu conhecia a Sylvia dos bastidores. Ela cria no poder da oração. Vivia pela fé e morreu pela fé. Sem se entregar em nenhum momento”, completou.
SEGUNDO MEMORIAL

No segundo culto pela manhã, todos declararam a gloriosa esperança: “Não mais tristeza, não mais temor. Junto com os anjos cantar eu vou. Digno é o Cordeiro que se entregou. Ele vem, Ele vem!“.
Homenagens à Sylvia Lima – Parte 5

Logo após um vídeo homenageando Sylvia, o Pr. João Roberto e Jannayna Albuquerque contaram suas histórias com Sylvia. “Ela era um exemplo e caminhamos juntas na época das Conferências de Mulheres. Sou muito grata por ela e sua família”, falou Jannayna.
Em seguida, Pr. João disse que Sylvia o acolheu como irmão e era muito grato por sua vida. “Ser herói da fé não é ter problemas, mas é como você reage a eles. Sylvia venceu a enfermidade, pois não teve medo e não perdeu a sua alegria. Isso é ser herói da fé e ela foi nossa heroína”, declarou.
Homenagens à Sylvia Lima – Parte 6

Logo depois, Filipe Rocha Lima, filho de Sylvia, falou que sua mãe não tinha medo da morte e a lição de tudo o que viveu. “Quem tem a fé em Jesus Cristo não deve ter medo de morrer. Minha mãe era uma pessoa forte, destemida e perseverante. Cada decisão e escolha dela, Deus era considerado. Por causa desse amor que ela cultivava no Senhor, adquiriu outras virtudes que nos fazem admirá-la como pessoa”.
Segundo Filipe, Sylvia viveu para Deus de forma integral com o coração devoto ao Senhor e contou como foi crescer “no caminho”, que tudo isso foram atos de amor plantados em sua vida por sua mãe. Também agradeceu a todos que ajudaram Sylvia, desde a equipe hospitalar multidisciplinar, irmãos em Cristo, diretoria do MVV e Escola de Ministros, estendendo a todos os colaboradores, à Igreja Sede, e às pessoas que estiveram mais próximas nos últimos meses.

Logo após, os três filhos subiram no púlpito e Larissa falou: “Minha mãe era sábia, ungida e cheia de experiências com o Senhor. Vai ser um aprendizado com o Senhor sem ‘mainha’, sem os seus conselhos… Continuem orando por nós, já temos desfrutado de uma graça sobrenatural”.
Ela ainda destacou que o foco e a confiança não estão em resultados naturais, mas, sim, no Senhor. “Minha mãe vivia cheia de fé. Ela deixou o seu amor e uma fé para viver, de forma prática, como legado. Nós sabemos que o Senhor não causou a doença e ela foi exemplo de olhar para o Senhor em qualquer circunstância e vê-lO em pequenos detalhes. Vivemos momentos maravilhosos nos últimos anos pela bondade de Deus. Em nome da nossa família, muito obrigada”.
Homenagens à Sylvia Lima – Parte 7

Posteriormente, a irmã Laudicéia Rocha, mãe de Sylvia, teve a oportunidade de falar e contou que, com o Senhor, sempre estamos bem. “Estamos nos alegrando com o ‘depois da morte’? Todos nós passaremos por isso e precisamos que estar preparados. É tempo de nos regozijarmos por onde ela está e fazer sua parte com o legado que ela deixou. Jesus está voltando e precisamos estar em linha com a Palavra de Deus. Deus é bom e nunca deixou de ser bom. No meu futuro e dos meus netos está Deus e Ele está cuidando de nós”, concluiu.
Homenagens à Sylvia Lima – Parte 8
Em seguida, Guto e Suellen Emery estiveram com a palavra. O apóstolo agradeceu pela vida de Sylvia e contou que eles conviveram com ela desde 1989; bem como agradeceu todos que ajudaram nesse tempo. “Devemos considerar a morte não como fim, mas um caminho para a vida eterna”, afirmou Guto.

Já Suellen disse: “Sylvia e Gilson nos evangelizaram e nos ganharam aos poucos. Sou muito grata pela vida dela por isso e por outras tantas coisas que ela fez por nós”.
Por vídeo, Luissa Emery contou que Sylvia sempre a apoiou e sempre esteve presente por ligações e mensagens. “A forma como ela amou e tinha compaixão pelas pessoas fez o bom nome dela. Ela foi uma pessoa única e especial”.
Posteriormente, Augusto e Sâmia falaram sobre o tempo de oração que tiveram em Portugal e com a igreja local. Por fim, Sâmia orou dando graças pelos 56 anos que Sylvia viveu e incentivou a todos agradecerem e celebrarem o tempo que conviveram e fizeram parte da vida dela.
Logo após o encerramento do segundo culto memorial, teve uma breve pausa, seguida do cortejo pelas ruas de Campina Grande e o sepultamento no Cemitério Campo Santo Parque da Paz.

