Encerrando as comemorações de aniversário, o Ap. Sérgio Pessoa (@apsergiopessoa) trouxe uma palavra sobre como a revelação transforma uma realidade distante em uma realidade vivida, partindo de 1 Coríntios 2:9-12, que fala das coisas que Deus preparou para os que O amam e que só são reveladas pelo Espírito. Ele explicou que a fé é um comportamento construído a partir da experiência com Deus, fruto do relacionamento entre a Palavra e o Espírito dentro de cada um, e que crer é ter um pensamento que domina todos os outros até que a Palavra de Deus prevaleça sobre eles.
O apóstolo desenvolveu a ideia de que a repetição gera convicção, comparando-a a um bombril esfregando uma panela até tirar a mancha — necessária porque a queda danificou o homem e o sistema de crença precisa ser continuamente alimentado.
O nosso sistema de crença precisa de repetição.
Segundo ele, a fé trata primeiro a imagem interna para depois manifestar externamente aquilo que foi tratado por dentro, e todo milagre que Deus realizou seguiu a ordem Palavra e visão, ou visão e Palavra — sendo a visão uma âncora para a alma. Ele alertou que a vista natural não determina a realidade espiritual: mesmo quando os olhos não veem, os anjos, o milagre e a cura já estão presentes, pois a fé vê o invisível.
Primeiro a gente enxerga com nossos pensamentos e depois declaramos até estarmos convictos plenamente do que falamos. Este é o nível de fé que precisamos chegar.
Outro ponto central foi a batalha da mente:
Se o espírito não estiver alinhado com o que a Palavra diz, a alma vence.
Ele afirmou que expandir a mentalidade é o que abre caminho para que a pessoa alcance os objetivos pelos quais ora, e que a mentalidade limitada é o que atrapalha a prosperidade da igreja. Ele destacou ainda que Deus não nos dá mais dinheiro, mas mais entendimento, e que existe um poder de retorno — 30, 60, 100 por 1, na medida boa, recalcada, sacudida e transbordante — reservado a quem opera nesse entendimento.
Sobre a fidelidade de Deus, o apóstolo lembrou que Ele não é fiel por causa do carro ou do dinheiro, que podem ser roubados, mas porque não pode mentir e precisa cumprir o que diz — e que o desespero humano revela o estado do sistema de crença de cada um. Ele afirmou que o diabo trabalha em uma única área: cegar o entendimento, destruir nossa convicção e que o mundo espiritual opera por comandos, dos quais o próprio diabo também depende.
Encerrando, ele ensinou que a letra é a porta pela qual a Palavra entra, primeiro pelo visível, depois pelo invisível, e que crer é estar plenamente convicto de que algo vai acontecer — a fé vê antes, se alegra antes e depois observa os incrédulos rirem. Por fim, comparou a igreja a um posto de abastecimento e disse que abrir a boca é a oportunidade que Deus dá para sermos cheios, sendo a confissão o que rebate os pensamentos contrários e serve como âncora para a alma.
Seu milagre já está pronto; ele só está esperando você o chamar.
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