O Ministério dos Anjos | Paulo Filho

A atuação dos anjos desperta curiosidade em muitas pessoas. Ouvimos histórias, temos impressões e, em momentos de necessidade, oramos pedindo que Deus envie Seus anjos em nosso socorro. Mas o[...]

A atuação dos anjos desperta curiosidade em muitas pessoas. Ouvimos histórias, temos impressões e, em momentos de necessidade, oramos pedindo que Deus envie Seus anjos em nosso socorro.

Mas o que a Bíblia ensina a respeito deles?

Antes de compreendermos sua atuação, precisamos reconhecer a quem eles pertencem. Colossenses 1.16 declara que todas as coisas foram criadas por meio de Cristo e para Cristo, incluindo tronos, soberanias, principados e potestades. Salmos 148.2 também chama os anjos a louvarem ao Senhor.

Portanto, os anjos são criaturas de Deus e servos dos Seus propósitos. A glória, a adoração, a oração e a dependência pertencem exclusivamente ao Senhor.

Apocalipse 22.8-9 mostra que, quando João se prostrou diante do anjo, recebeu a correção: “Adora a Deus.” O anjo declarou ser conservo de João e dos que guardam as palavras da profecia.

Esse ensino é essencial. Reconhecemos o ministério dos anjos conforme a Palavra, mas adoramos somente a Deus. Os anjos não substituem a presença de Deus, não tomam o lugar da obra de Cristo e não transferem a nossa confiança para criaturas.

O que são os anjos e qual é o seu ministério?

A Bíblia revela que os anjos são servos do Senhor, enviados por Ele e submissos à Sua Palavra.

Hebreus 1.14 declara: “Não são todos eles espíritos ministradores, enviados para serviço a favor dos que hão de herdar a salvação?”

Salmos 103.20 diz: “Bendizei ao SENHOR, todos os seus anjos, valorosos em poder, que executais as suas ordens e lhe obedeceis à palavra.”

Os anjos são espíritos ministradores. Eles executam as ordens de Deus e obedecem à Sua Palavra. Seu ministério está submetido à vontade do Senhor, ao cumprimento dos Seus propósitos e ao serviço em favor daqueles que hão de herdar a salvação.

Existe anjo da guarda?

Essa é uma pergunta muito comum. A Bíblia mostra que há anjos relacionados aos pequeninos e que eles contemplam incessantemente a face do Pai celeste.

Mateus 18.10 diz: “Vede, não desprezeis a qualquer destes pequeninos; porque eu vos afirmo que os seus anjos nos céus veem incessantemente a face de meu Pai celeste.”

Hebreus 1.14 declara que eles são enviados para serviço em favor dos que hão de herdar a salvação. Essas passagens mostram que os anjos exercem um ministério de serviço sob as ordens de Deus.

Salmos 91.11-12 afirma: “Porque aos seus anjos dará ordens a teu respeito, para que te guardem em todos os teus caminhos. Eles te sustentarão nas suas mãos, para não tropeçares nalguma pedra.”

O texto deixa claro que Deus é quem dá ordens aos Seus anjos. Ele é quem guarda, sustenta e livra.

Salmos 34.7 também declara: “O anjo do SENHOR acampa-se ao redor dos que o temem e os livra.”

Há livramento da parte de Deus para aqueles que O temem. O cuidado e a proteção não procedem de uma força independente, mas da ordem do próprio Senhor.

Atos 12.15 registra um momento significativo após a libertação de Pedro. Quando Rode reconheceu a voz de Pedro à porta, os que estavam reunidos disseram: “É o seu anjo.” Embora a igreja não tenha acreditado inicialmente que Pedro havia sido liberto, o texto demonstra que havia compreensão acerca da atuação angelical.

Ainda assim, o destaque de Atos 12 não está no anjo, mas no Senhor que enviou o Seu anjo para livrar Pedro.

Concluímos que a Palavra revela a existência e a atuação dos anjos como ministros de Deus em favor dos que hão de herdar a salvação. Eles guardam, livram e servem segundo as ordens do Senhor. Nossa segurança não está em uma figura angelical, mas no Deus que conhece cada necessidade, envia socorro e permanece soberano sobre todas as coisas.

Se os anjos servem conforme a ordem de Deus, qual deve ser a nossa postura diante desse ministério?

Qual deve ser a nossa postura diante do ministério dos anjos?

A Palavra ensina que os anjos não executam ordens humanas. Eles obedecem às ordens do Senhor e executam a Sua Palavra. Por isso, nossa posição deve ser de fé, prática da Palavra e conduta correta diante de Deus.

Salmos 103.20 declara que os anjos são valorosos em poder e executam as ordens do Senhor. Esse poder não é independente, mas está submetido a Deus.

Portanto, não se trata de ordenar aos anjos, mas de permanecer na Palavra, confiar em Deus e andar corretamente.

Pratique a Palavra. Não a invalide com incredulidade. Ande corretamente. A incredulidade não deve encontrar espaço na vida daqueles que desejam permanecer firmes nas promessas do Senhor.

Jesus ensinou os discípulos a dirigirem suas orações ao Pai. Mateus 6.9 diz: “Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome.”

A oração bíblica é dirigida a Deus. É diante dEle que apresentamos nossas necessidades, súplicas, agradecimentos e pedidos.

Daniel 10.12-13 também revela esse princípio. Daniel orou, humilhou-se diante de Deus e recebeu resposta. O anjo lhe disse: “Não temas, Daniel, porque, desde o primeiro dia em que aplicaste o coração a compreender e a humilhar-te perante o teu Deus, foram ouvidas as tuas palavras; e, por causa das tuas palavras, é que eu vim.”

A resposta veio de Deus, e o anjo foi enviado como parte do cumprimento dessa resposta divina.

Colossenses 2.18 alerta contra o culto aos anjos. Devemos reconhecer biblicamente sua atuação, mas nunca desviar o coração da centralidade de Cristo. Nossa confiança está em Deus, nossa oração é dirigida a Deus e nossa adoração pertence somente a Deus.

Lucas 4.9-12 também nos ensina que a proteção de Deus não deve ser usada como motivo para tentá-Lo. Satanás disse a Jesus: “Aos seus anjos ordenará a teu respeito que te guardem.” Mas Jesus respondeu: “Não tentarás o Senhor, teu Deus.”

O fato de Deus prometer proteção não nos autoriza a agir com imprudência. Jesus respondeu com a Palavra e permaneceu em plena submissão à vontade do Pai.

O ministério dos anjos e a nossa conduta

A Bíblia trata com seriedade a maneira como vivemos diante de Deus. Nossa conduta, nossas palavras, nossas decisões e a forma como tratamos as pessoas não passam despercebidas diante do Senhor.

1 Coríntios 11.10 diz: “Portanto, deve a mulher, por causa dos anjos, trazer véu na cabeça, como sinal de autoridade.”

1 Timóteo 5.21 declara: “Conjuro-te, perante Deus, e Cristo Jesus, e os anjos eleitos, que guardes estes conselhos, sem prevenção, nada fazendo com parcialidade.”

Esses textos mostram a seriedade de viver diante de Deus, de Cristo Jesus e dos anjos eleitos. Nosso comportamento determina se os anjos poderão nos servir ou não. A Palavra nos chama a uma vida de reverência, justiça, santidade e obediência.

Não faz sentido desejar experiências sobrenaturais e, ao mesmo tempo, tratar o próximo de maneira inadequada. A fé não pode estar separada de uma vida em amor.

Hebreus 13.2 ensina: “Não negligencieis a hospitalidade, pois alguns, praticando-a, sem o saber acolheram anjos.”

A hospitalidade, a bondade e o cuidado com o próximo têm valor diante de Deus.

Gálatas 6.10 afirma: “Por isso, enquanto tivermos oportunidade, façamos o bem a todos, mas principalmente aos da família da fé.”

A busca por experiências sobrenaturais não pode ser maior do que o compromisso de fazer o bem, andar em amor e viver em justiça.

Efésios 4.30 declara: “E não entristeçais o Espírito de Deus, no qual fostes selados para o dia da redenção.”

A vida cristã não é conduzida pelo interesse em manifestações, mas pela obediência ao Senhor, pela comunhão com o Espírito Santo e pela prática da Palavra.

O exemplo de José

Mateus 1.18-19 diz: “Ora, o nascimento de Jesus Cristo foi assim: estando Maria, sua mãe, desposada com José, sem que tivessem antes coabitado, achou-se grávida pelo Espírito Santo. Mas José, seu esposo, sendo justo e não a querendo infamar, resolveu deixá-la secretamente.”

Pelo judaísmo, Maria seria exposta. José estava diante de uma situação que não compreendia completamente. Ainda assim, ele era justo e não queria infamá-la. Em vez de agir com crueldade, vingança ou humilhação, decidiu preservá-la.

Mesmo em um tempo de conflito, dor e incerteza, José escolheu agir com justiça. Enquanto ponderava sobre essas coisas, Deus viu seu coração e lhe enviou uma orientação.

Mateus 1.20-24 diz: “Enquanto ponderava nestas coisas, eis que lhe apareceu, em sonho, um anjo do Senhor, dizendo: José, filho de Davi, não temas receber Maria, tua mulher, porque o que nela foi gerado é do Espírito Santo. Ela dará à luz um filho e lhe porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos pecados deles. Ora, tudo isto aconteceu para que se cumprisse o que fora dito pelo Senhor por intermédio do profeta: Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho, e ele será chamado pelo nome de Emanuel, que quer dizer: Deus conosco. Despertado José do sono, fez como lhe ordenara o anjo do Senhor e recebeu sua mulher.”

José não estava vendo Deus nem o anjo quando decidiu não expor Maria, mas Deus estava vendo José. Deus conhece o coração, vê as decisões tomadas em secreto e observa como nos posicionamos diante das circunstâncias.

O texto também mostra que Deus pode falar por meio de sonhos. Joel 2.28 declara: “Vossos velhos sonharão, vossos jovens terão visões.” Números 12.6 também revela que Deus pode falar por meio de visões e sonhos.

Entretanto, toda experiência precisa estar submetida à Palavra de Deus. O ponto central da experiência de José não foi apenas o sonho, mas sua resposta. Despertado José do sono, fez como lhe ordenara o anjo do Senhor.

Os anjos se submetem à Palavra, e nossa resposta também deve ser de obediência.

Anjos e o cumprimento das promessas de Deus

A experiência de Maria revela que o anjo foi enviado por Deus com uma mensagem ligada ao cumprimento de Sua promessa. O anjo não trouxe uma palavra própria, mas anunciou aquilo que Deus faria.

Lucas 1.26-38 diz: “No sexto mês, foi o anjo Gabriel enviado, da parte de Deus, para uma cidade da Galileia, chamada Nazaré, a uma virgem desposada com certo homem da casa de Davi, cujo nome era José; a virgem chamava-se Maria. E, entrando o anjo aonde ela estava, disse: Alegra-te, muito favorecida! O Senhor é contigo.”

Maria se perturbou ao ouvir aquela palavra e pensou no que significaria aquela saudação. Então o anjo lhe disse: “Maria, não temas; porque achaste graça diante de Deus. Eis que conceberás e darás à luz um filho, a quem chamarás pelo nome de Jesus.”

O anjo sabia como os homens a chamavam, mas declarou aquilo que Deus dizia a seu respeito: “Alegra-te, muito favorecida! O Senhor é contigo.”

O que Deus diz é maior do que os rótulos, as limitações e as opiniões humanas.

Diante da promessa, Maria perguntou: “Como será isto, pois não tenho relação com homem algum?”

O anjo respondeu: “Descerá sobre ti o Espírito Santo, e o poder do Altíssimo te envolverá com a sua sombra; por isso, também o ente santo que há de nascer será chamado Filho de Deus. E Isabel, tua parenta, igualmente concebeu um filho na sua velhice, sendo este já o sexto mês para aquela que diziam ser estéril. Porque para Deus não haverá impossíveis em todas as suas promessas.”

Maria respondeu: “Aqui está a serva do Senhor; que se cumpra em mim conforme a tua palavra.” E o anjo se ausentou dela.

A palavra anunciada a Maria estava ligada ao plano eterno de Deus e ao cumprimento das profecias.

Isaías 7.14 declara: “Portanto, o Senhor mesmo vos dará um sinal: eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho e lhe chamará Emanuel.”

Mateus 1.22-23 mostra que o nascimento de Jesus aconteceu para que se cumprisse aquilo que fora dito pelo Senhor por intermédio do profeta.

Gênesis 18.14 reforça essa verdade: “Acaso, para o SENHOR há coisa demasiadamente difícil?” A resposta é a mesma revelada a Maria: para Deus não haverá impossíveis em todas as Suas promessas.

Lucas 1.45 registra as palavras de Isabel a Maria: “Bem-aventurada a que creu, porque serão cumpridas as palavras que lhe foram ditas da parte do Senhor.”

Maria recebeu a palavra com fé e se colocou como serva do Senhor.

A promessa

Êxodo 23.26 diz: “Na tua terra, não haverá mulher que aborte, nem estéril; completarei o número dos teus dias.”

Deus é fiel à Sua Palavra. Suas promessas revelam Seu cuidado com o Seu povo. A segurança da promessa não está nas circunstâncias humanas, mas no caráter do Deus que prometeu.

Números 23.19 declara: “Deus não é homem, para que minta; nem filho de homem, para que se arrependa. Porventura, tendo ele prometido, não o fará? Ou, tendo falado, não o cumprirá?”

Jeremias 1.12 diz: “Eu velo sobre a minha palavra para a cumprir.”

Deus vela pela Sua Palavra e não falha em cumprir os Seus propósitos.

Jesus e os anjos

João 1.51 diz: “E acrescentou: Em verdade, em verdade vos digo que vereis o céu aberto e os anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do Homem.”

Jesus estava falando sobre os anjos servindo a Ele. Em diversas ocasiões, tentaram prendê-Lo, mas não conseguiram, porque ainda não era chegada a Sua hora.

João 7.30 declara: “Então, procuravam prendê-lo; mas ninguém lhe pôs a mão, porque ainda não era chegada a sua hora.”

João 10.39 diz: “Nesse ponto, procuravam, outra vez, prendê-lo; mas ele se livrou das suas mãos.”

Mateus 4.11 afirma que, depois da tentação no deserto, “os anjos se aproximaram e o serviram.”

Lucas 22.43 relata que, no Getsêmani, “apareceu-lhe um anjo do céu que o confortava.” Mesmo em um momento profundo de angústia, o Pai enviou auxílio ao Filho.

Mateus 26.51-53 mostra que, quando um dos que estavam com Jesus sacou da espada e feriu o servo do sumo sacerdote, Jesus lhe disse: “Embainha a tua espada; pois todos os que lançam mão da espada à espada perecerão. Acaso, pensas que não posso rogar a meu Pai, e ele me mandaria neste momento mais de doze legiões de anjos?”

Jesus tinha plena autoridade e poderia rogar ao Pai, que enviaria mais de doze legiões de anjos. Porém, escolheu cumprir a vontade do Pai e seguir o caminho da cruz.

O livramento e o socorro de Deus estão submetidos ao Seu propósito maior.

Como vemos a atuação dos anjos nas Escrituras?

A Bíblia apresenta anjos atuando em situações de livramento, proteção, encorajamento e cumprimento dos propósitos de Deus.

Daniel 6.22 traz um exemplo marcante: “O meu Deus enviou o seu anjo e fechou a boca aos leões, para que não me fizessem dano.”

Daniel reconheceu que o livramento veio de Deus. O anjo foi enviado pelo Senhor, mas a glória pertenceu ao Senhor.

Atos 5.17-20 relata que os apóstolos foram presos, mas um anjo do Senhor abriu as portas do cárcere e lhes disse: “Ide e, apresentando-vos no templo, dizei ao povo todas as palavras desta Vida.”

O livramento teve um propósito: que a Palavra continuasse sendo anunciada.

Atos 27.23-25 mostra Paulo durante uma tempestade. Ele declarou: “Porque, esta mesma noite, um anjo de Deus, de quem eu sou e a quem sirvo, esteve comigo, dizendo: Paulo, não temas.”

O anjo trouxe encorajamento e a confirmação de que Deus cumpriria a Sua Palavra.

2 Reis 6.15-17 também revela uma realidade sobrenatural. Quando o servo de Eliseu viu o exército inimigo cercando a cidade, teve medo. Eliseu orou: “SENHOR, peço-te que lhe abras os olhos para que veja.”

Então, o Senhor abriu os olhos do moço, e ele viu o monte cheio de cavalos e carros de fogo em redor de Eliseu.

Mesmo quando não vemos com os olhos naturais, Deus continua presente, poderoso e capaz de guardar os Seus servos. Nossa visão pode ser limitada, mas o Senhor não está limitado pelo que conseguimos enxergar.

O livramento de Pedro

Atos 12 mostra a igreja em oração incessante enquanto Pedro estava preso. Antes de apresentar a ação do anjo, o texto mostra a oração da igreja.

Atos 12.5 diz: “Pedro, pois, estava guardado no cárcere; mas havia oração incessante a Deus por parte da igreja a favor dele.”

Pedro estava entre soldados, acorrentado com duas cadeias e guardado por sentinelas. Aos olhos humanos, a situação parecia impossível. No entanto, a igreja orava incessantemente a Deus.

Atos 12.6-11 diz: “Quando Herodes estava para apresentá-lo, naquela mesma noite, Pedro dormia entre dois soldados, acorrentado com duas cadeias, e sentinelas à porta guardavam o cárcere. Eis, porém, que sobreveio um anjo do Senhor, e uma luz iluminou a prisão; e, tocando ele o lado de Pedro, o despertou, dizendo: Levanta-te depressa! Então, as cadeias caíram-lhe das mãos.”

O anjo orientou Pedro: “Cinge-te e calça as sandálias.” Depois lhe disse: “Põe a capa e segue-me.”

Pedro passou pelas sentinelas e chegou ao portão de ferro que dava para a cidade, o qual se abriu automaticamente. Então, o anjo se apartou dele.

Pedro, caindo em si, disse: “Agora, sei, verdadeiramente, que o Senhor enviou o seu anjo e me livrou da mão de Herodes e de toda a expectativa do povo judaico.”

É significativo observar que Pedro dormia mesmo acorrentado entre soldados. Salmos 4.8 diz: “Em paz me deito e logo pego no sono, porque, SENHOR, só tu me fazes repousar seguro.”

Mesmo em uma situação extrema, Pedro descansava no Senhor.

Tiago 5.16 declara: “Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo.” A igreja orava a Deus, e o Senhor enviou o Seu anjo. A oração expressa dependência, fé e confiança no poder de Deus.

O destaque não está no anjo, na prisão, nas cadeias que caíram ou no portão que se abriu. O destaque está no Senhor, que enviou o Seu anjo e livrou Pedro.

Os anjos são servos do Senhor. Eles executam as Suas ordens, obedecem à Sua Palavra e são enviados para serviço a favor dos que hão de herdar a salvação.

Salmos 20.7 declara: “Uns confiam em carros, outros, em cavalos; nós, porém, nos gloriaremos em o nome do SENHOR, nosso Deus.”

Os anjos são ministros enviados por Deus, mas nossa confiança não está nos anjos. Nossa confiança está no Senhor, que reina, ordena, guarda, livra e cumpre a Sua Palavra.

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